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Coding Dojo de Carnaval

E aí, pessoal! Há quanto tempo, não é?

Não se preocupem, não é porque não demos notícia que a UnBall parou nessas férias. Após a competição utilizamos o feedback coletado para reavaliar o nosso projeto. Embora tenhamos trabalhado duro no último ano, sabemos que sempre há melhorias a serem feitas.

Mas Carnaval é diferente. Afinal, é uma época de muita comemoração aqui no país do futebol. E conosco não é diferente. Por isso, resolvemos inovar. Demos uma pausa no desenvolvimento dos nossos robôs para ver como ficou nosso mais novo curso de Python! Após este intensivo estamos todos fluentes em mais uma linguagem de programação, e podemos afirmar que o nosso curso será um sucesso! Se você não conhece Python ou ainda não sabe do nosso curso radical e da moda não se preocupe, falaremos sobre tudo isso mais para frente.

E aproveitando essa onda de Python, resolvemos trabalhar em uma das nossas maiores necessidades – um simulador para testar a nossa inteligência artificial. Há meses temos percebido que o simulador que usamos não tem atendido às exigências de nosso projeto, então por que não aproveitar este embalo para construir um novo? Esta é uma tarefa importante e complexa, e para solucioná-la com a maior qualidade possível nos aventuramos em uma técnica nova de programação: o Coding Dojo.

Mas o que é “Coding Dojo”? Ainda bem que perguntaram! É uma metologia muito divertida de desenvolvimento de projetos de computação. Com apenas um computador, todos nós opinamos e ajudamos o “piloto”, aquele que está programando no momento. A cada 10 minutos revezamos o piloto, para que todos possam efetivamente “meter a mão na massa”.

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Unindo cabeças para fazer o simulador

Ainda temos muito que programar para terminar este simulador, mas estamos bem animados! Agora que passou o Carnaval, o trabalho volta ao normal. Voltamos a trabalhar nos nossos robôs, mas para não deixar o projeto do simulador de lado, estamos nos encontrando algumas vezes na semana e praticando nosso “Coding Dojo”.

Fiquem de olho pois, estaremos os atualizando sobre o andamento do simulador, dos robôs e do nosso curso de Python!

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Estamos em “Berlândia”!

É isso aí. Após muita preparação, finalmente chegamos ao nosso objetivo: CBR 2015! É muita emoção. Muita dedicação, noites em claro, e tudo por este momento. Chegou a hora de colocarmos em prática todo trabalho realizado ao longo do ano. Mas ainda não é hora de descansar! Estamos trabalhando até o último momento para termos o melhor desempenho possível na competição.

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Viajamos de ônibus junto com as equipes Droid e UnBeatables, com quem dividimos sala, materiais, experiências e histórias, e sem as quais não teríamos conseguido chegar onde chegamos. Ambas equipes nos deram muito suporte e, por isso, somos muito agradecidos. Inclusive, estamos todos no mesmo hotel. A UnB tomou conta – temos a impressão de que somos os únicos hospedes aqui. Fizemos o cadastramento logo após a chegada no hotel (estamos à 700 metros do local da competição). É oficial: Vamos competir! Temos crachás e tudo.

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A competição começa hoje, quarta-feira (28/10), porém os jogos só têm inicio amanhã. Hoje é dia de cadastramento e aquecimento. Para nós, isso significa calibrar nosso kinect para utilizá-lo no campo oficial da competição e seguir com o trabalho duro. A CBR vai até domingo (01/11), quando ocorrerá a final do campeonato.
Fiquem de olho para mais atualizações!

O time está crescendo!

Finalmente chegou a hora de apresentar a mais nova composição da Equipe UnBall. Após uma ótima seleção, quatro novos integrantes juntam-se à equipe. Confiram:


IzaIzabella Gomes

Graduanda em Engenharia Mecatrônica – 6º Semestre

Souza

Gabriel Sousa

Graduando em Engenharia Mecatrônica – 7º Semestre

Vieira

Manoel Vieira

Graduando em Engenharia Mecatrônica – 2º Semestre

Vitor

Vitor Duarte

Graduando em Engenharia Mecatrônica – 5º Semestre

 Parabéns pessoal! É um prazer enorme tê-los conosco. E para comemorar, há jeito melhor do que com muita bagunça e pizza?
WIN_20150401_214714Fiquem de olho para acompanhar os resultados que essa turminha vai trazer.

Uma foto vale por mil palavras. Ou não.

Você deve lembrar-se da nossa postagem sobre os avanços na área de visão computacional, em especial, o algoritmo da Google capaz de reconhecer objetos em cenas arbitrárias, certo? Pois é, a Google é insaciável e divulgou os resultados de mais uma pesquisa relacionada e inovadora, sob o título “A picture is worth a thousand (coherent) words“.

A gigante de Mountain View mostra os avanços das suas pesquisas em descrição natural de imagens, uma área que surge da interação entre processamento de linguagem natural e visão computacional. Seu principal objetivo é conseguir que computadores analisem e compreendam imagens para que, em seguida, consigam gerar frases sucintas que descrevam a cena observada.

Descrição gerada por computador: “Two pizzas sitting on top of a stove top oven”

Descrição gerada por computador: “Two pizzas sitting on top of a stove top oven”

Os avanços mais recentes na área de tradução automática (tal qual o Google Translator) utilizam uma rede neural recorrente para converter uma frase em português, por exemplo, em uma representação vetorial. Em seguida, outra rede neural recorrente é responsável por sintetizar frases a partir de tal vetor em outra língua, como japonês.

A diferença entre o estudo apresentado e os algoritmos anteriores é que, ao invés de combinar um sistema de visão com outro de processamento de linguagem natural, a Google decidiu implementar um único sistema de aprendizado. Para tanto, construiu-se uma rede neural convolucional que analisa imagens e, em sequência, uma rede neural recorrente para gerar as descrições em linguagem natural. As redes foram treinadas para maximizarem, diretamente, as descrições.

Como apresentado abaixo, os resultados são impressionantes. O artigo científico da pesquisa foi divulgado gratuitamente e pode ser acessado por meio deste link.

Algumas frases, corretas e incorretas, descritas automaticamente

Algumas frases, corretas e incorretas, descritas automaticamente

Não deixe de acompanhar as próximas invenções e descobertas em visão computacional, além das interações que irão surgir cada vez mais com outras áreas do conhecimento.