UnBall

Como foi a CBR/LARC 2015

        Depois de um merecido descanso após a competição estamos de volta para contar um pouco sobre a CBR/LARC. Neste ano voltamos a competir e honramos nosso papel de Jovens Padawans! Dos três jogos realizados conseguimos uma vitória, terminando na 17ª colocação dentre 24 equipes participantes.

        Na nossa jornada por Uberlândia fizemos amizades, conquistamos torcedores fanáticos (principalmente depois de colocarmos nosso goleiro para bater pênalti) e torcemos muito para nossas equipes irmãs: UnBeatables e Droid. Muito obrigado por tornarem esse evento infinitamente melhor!

12281833_1108615159149523_1399324970_o

A torcida vai a loucura!

        O conhecimento que obtivemos foi surpreendente, trocamos experiências com muitas equipes e já estamos cheios de planos para o ano que vem. O mais incrível é que apesar de ser uma competição todas as equipes visam ensinar e aprender cada vez mais. Somos muito gratos a todas as equipes que participaram e conseguiram fazer um evento tão emocionante. Um agradecimento especial a equipe da UFS, Caboclinhos, que torceram freneticamente para nós. Parabéns pelo merecido terceiro lugar!

        Se neste ano o nosso objetivo foi participar, em 2016 vamos para conseguir a melhor classificação possível. Estamos desde já nos preparando para o ano que vem. Será que nossos Neybots trocarão a camisa? Será que teremos novos jogadores? O que podemos adiantar é que o time já está em pré-temporada e passando por uma preparação física intensa!

DSC02499

Vai UnBall!

A estrutura da UnBall

A equipe UnBall possui duas áreas principais de desenvolvimento: hardwaresoftware.

A área de hardware é responsável pelo desenvolvimento da parte física dos robôs que irão jogar, isto é, projetar a mecânica e a eletrônica. A mecânica é o que irá, de fato, fazer o robô interagir com o mundo e jogar futebol, como seu chassi, seus motores e suas rodas. A mecânica constrói o corpo do robô. São tarefas da parte de mecânica: selecionar motores e rodas apropriadas, projetar a conexão entre as rodas e os eixos motores, projetar o chassi que sustenta o robô e fabricar o chassi.

Projeto mecânico no SolidWorks

Projeto mecânico da UnBall, em 2012, no SolidWorks

A eletrônica, por sua vez, é interface entre o software e a mecânica dos robôs. Assim, é a eletrônica que ativa os motores e controla os robôs para que executem de maneira apropriada os comandos enviados, como mover, girar ou chutar. A eletrônica constitui o cérebro do robô. Entre as suas tarefas, estão: selecionar componentes eletrônicos, projetar placas de circuito impresso e programar o firmware.

Robô da UnBall com placa eletrônica no topo

Robô da UnBall com placa eletrônica no topo

A área de software é responsável pelo desenvolvimento do sistema computacional que irá interpretar o jogo e controlar o time de robôs de forma autônoma, ou seja, sem interferência humana. A parte de visão computacional utiliza câmeras e outros sensores para identificar a posição dos robôs, identificar qual o time do robô, qual deles detém a posse da bola no campo e, assim, interpretar qual é a situação do jogo. A visão computacional enxerga o jogo.

Visão computacional identificando robôs

Visão computacional identificando robôs

Por fim, a estratégia é parte do software da equipe. Utilizando técnicas de inteligência artificial, a estratégia define quais jogadas o time irá utilizar e coordena as ações do robôs buscando marcar a maior quantidade de gols possível e defendendo para evitar que o time adversário marque gols. Em outras palavras, a estratégia é a mente do time.

Gostou de conhecer como funciona a UnBall? Fique ligado nos próximos posts!

Categoria IEEE Very Small

Aproveitando o ritmo de férias, a UnBall continua! O fim das aulas significa uma coisa para a equipe: muito futebol, contudo, não exatamente do jeito convencional. A UnBall está trabalhando no desenvolvimento de robôs autônomos para participar da categoria IEEE Very Small da 7a Competição Brasileira de Robótica.

Entre todas as categorias de futebol de robôs, a IEEE Very Small, como o nome indica, é a que utiliza os menores robôs, com apenas 7,5 cm de comprimento, de largura e de profundidade. Além disso, cada time é constituído de apenas 3 jogadores em campo e 2 na reserva.

Embora os membros humanos da equipe não possam intervir diretamente no jogo, 3 auxiliares humanos são permitidos no palco: um gerente, um técnico e um treinador. Assim como no futebol convencional, estes serão responsáveis pelas substituições, caso necessário, e por resolver problemas técnicos.

Fiquem ligados para mais notícias e, enquanto a competição não chega, vamos treinando!

Você sabe o que é futebol de robôs?

Nessa semana, encerra-se a Copa do Mundo no Brasil. Entretanto, no fim do mês de Julho, acontecerá um dos maiores eventos de robótica do mundo: a RoboCup. O evento tem, como objetivo, fomentar a robótica para que, até 2050, seja criado um time de robôs autônomos capaz de derrotar a seleção (humana) campeã da Copa do Mundo.

Robocup_robot_soccer_football

Parece ficção científica, mas não é. Desde 1997, o evento é realizado anualmente e conta com diversas categorias: simulação, robôs pequenos, médios e humanoides. Mais de 50 países participam por meio de grupos formados por estudantes universitários e de ensino médio. E não é só futebol! A RoboCup ainda possui competições de robôs de resgate, de logística, residenciais e industriais.

A UnBall é uma equipe da Universidade de Brasília que compete na Competição Brasileira de Robótica (CBR) na categoria IEEE Very Small, com robôs pequenos. Em 2012, na nossa primeira participação, nos classificamos em quarto lugar nacional e agora, em 2014, iremos participar novamente da CBR.