Mês: julho 2014

As próteses do presente

“A melhor maneira de prever o futuro é inventando-o”.
Um exemplo da máxima acima, o pesquisador e alpinista Hugh Herr caminha com pernas biônicas que ele mesmo criou. Diretor do grupo de biomecatrônica no MIT Media Lab, ele desenvolveu próteses avançadas que usa para andar, correr e até escalar.
Um homem de visão, Herr acredita que, dentro de 50 anos, diversas deficiências serão eliminadas. E não apenas deficiências físicas, mas emocionais e até intelectuais também.
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Aimee Mullins, atriz, e Hugh Herr, criador da prótese

O grupo do MIT, do qual Herr faz parte, é parte de um movimento cujo objetivo é guiar a medicina para uma era ciborgue. Diversos pesquisadores ao redor do mundo estão conduzindo pesquisas e experimentos voltados para sistemas eletrônicos que comunicam diretamente com o sistema nervoso humano. Enquanto a equipe de Herr está focada em melhorar o controle sobre próteses, há pesquisas voltadas para o controle emocional e até armazenamento de memórias.

 

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Categoria IEEE Very Small

Aproveitando o ritmo de férias, a UnBall continua! O fim das aulas significa uma coisa para a equipe: muito futebol, contudo, não exatamente do jeito convencional. A UnBall está trabalhando no desenvolvimento de robôs autônomos para participar da categoria IEEE Very Small da 7a Competição Brasileira de Robótica.

Entre todas as categorias de futebol de robôs, a IEEE Very Small, como o nome indica, é a que utiliza os menores robôs, com apenas 7,5 cm de comprimento, de largura e de profundidade. Além disso, cada time é constituído de apenas 3 jogadores em campo e 2 na reserva.

Embora os membros humanos da equipe não possam intervir diretamente no jogo, 3 auxiliares humanos são permitidos no palco: um gerente, um técnico e um treinador. Assim como no futebol convencional, estes serão responsáveis pelas substituições, caso necessário, e por resolver problemas técnicos.

Fiquem ligados para mais notícias e, enquanto a competição não chega, vamos treinando!

Você sabe o que é futebol de robôs?

Nessa semana, encerra-se a Copa do Mundo no Brasil. Entretanto, no fim do mês de Julho, acontecerá um dos maiores eventos de robótica do mundo: a RoboCup. O evento tem, como objetivo, fomentar a robótica para que, até 2050, seja criado um time de robôs autônomos capaz de derrotar a seleção (humana) campeã da Copa do Mundo.

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Parece ficção científica, mas não é. Desde 1997, o evento é realizado anualmente e conta com diversas categorias: simulação, robôs pequenos, médios e humanoides. Mais de 50 países participam por meio de grupos formados por estudantes universitários e de ensino médio. E não é só futebol! A RoboCup ainda possui competições de robôs de resgate, de logística, residenciais e industriais.

A UnBall é uma equipe da Universidade de Brasília que compete na Competição Brasileira de Robótica (CBR) na categoria IEEE Very Small, com robôs pequenos. Em 2012, na nossa primeira participação, nos classificamos em quarto lugar nacional e agora, em 2014, iremos participar novamente da CBR.